quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pessoas-dom e dons pessoais


“E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo. Por isso é que foi dito: ‘Quando ele subiu em triunfo às alturas, levou cativo muitos prisioneiros, e deu dons aos homens’.” (Efésios 4.7-8)

Ser parte da Igreja, das pessoas que pela fé em Cristo são incluídas no Reino de Deus, encaminha-nos para viver de forma significativa e relevante no mundo. O que uma igreja, seja a nossa ou qualquer outra, pode fazer, tem limites. Mas o que a Igreja, a comunidade dos redimidos, pode fazer, não tem limites. Por isso o verdadeiro papel de uma igreja é tornar aqueles que nela congregam pessoas produtivas e operantes como parte da Igreja de Cristo. Como cidadãos do Reino de Deus. Um cristão deve ser desafiado e envolvido numa igreja, mas, sobretudo, na Igreja!

Ser parte da Igreja de Cristo torna-nos dons e leva-nos a dar sentido aos nossos dons e a receber outros! Uma pessoa-dom é alguém cuja presença por si só manifesta o Reino de Deus. Isso é possível a todos que creem, pois Deus nos sela com o Seu Espírito (Ef 1.13-14). E por meio de uma pessoa influenciada pelo Espírito Santo de Deus, Deus pode manifestar-se! Algumas vezes ela terá plena consciência disso e outras não. Mas pessoas estarão sendo despertadas para o amor de Deus e a graça de Cristo por meio dela! Pessoas se sentirão lembradas por Deus por meio dela! É nossa vocação sermos pessoas-dom! Nossas limitações não são impedimento. Nossa falta de submissão sim!

Nossos dons, nossas habilidades, recursos e posição, devem ser parte dos recursos de Deus na terra. Devemos de tal forma crer e nos relacionar com Deus que Ele possa nos colocar em missão por meio do que sabemos ou podemos fazer. Ele nos permite contribuir com Seus propósitos a partir de onde estamos e da influência que temos. É isso que caracteriza uma vida consagrada! O texto de hoje, em sua escrita original, não nos permite definir se está dizendo “deu dons aos homens” ou “deu homens como dons”. Pois certamente as duas ideias são necessárias! Portanto, seja um dom de Deus e que seus dons sejam para Ele! Amém!

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Cientistas não conseguem explicar este misterioso sinal de rádio cósmico


Talvez você já tenha ouvido falar das rajadas rápidas de rádio, ou explosões rápidas de rádio (do termo original em inglês “fast radio bursts” ou FRB). Nós já detectamos 22 delas, mas ainda não temos a menor ideia do que são, o que significam, ou de onde vieram.

A mais recente FRB registrada é a mais confusa já observada: depois de olhar para ela através da lente de 11 telescópios, os cientistas não estão nem perto de resolver o mistério.

“Nós passamos muito tempo em um monte de telescópios para encontrar qualquer coisa associada a ela. Temos novas janelas de comprimento de onda que nunca conseguimos antes, mas ainda estamos tentando descobrir de onde veio”, disse a principal autora do estudo, Emily Petroff, do Instituto Holandês de Radioastronomia, ao portal Gizmodo.
Sinais de rádio misteriosos são detectados vindo de um lugar desconhecido no universo

O que sabemos
As rajadas rápidas de rádio são explosões de energia que duram milésimos de segundo, mas são um bilhão de vezes mais luminosas do que qualquer coisa já vista em nossa galáxia.

Esses sinais misteriosos no universo já foram associados a tudo, desde micro-ondas a naves espaciais alienígenas.

Aliens estão interferindo nas nossas ondas de rádio?
Com apenas 22 FRBs confirmadas até à data, elas podem parecer raras, mas os cientistas pensam que são na verdade bastante comuns – cerca de 2.000 devem iluminar o espaço todos os dias.

A razão pela qual temos tanta dificuldade em encontrá-las é porque duram apenas cerca de 5 milissegundos, e até o início deste ano os cientistas nem sequer eram capazes de confirmar que vinham do espaço, e não da Terra.

FRB 150215
O novo estudo descreve uma explosão chamada FRB 150215, detectada em tempo real pelo radiotelescópio Parkes, na Austrália, em 15 de fevereiro de 2015.


Ela foi considerada estranha porque, ao contrário de qualquer outra FRB detectada até à data, Petroff e sua equipe foram incapazes de identificar qualquer sinal ou vestígio de luz deixada para trás, apesar de terem a observado através de vários telescópios em todo o mundo.

“A explosão foi acompanhada por 11 telescópios para procurar por sinais de rádio, ópticos, raios-X, raios gama e emissão de neutrinos. Nenhuma emissão transitória nem variável foi encontrada que fosse associada à explosão, e nenhum pulso de repetição foi notado em 17.25 horas de observação”, escreveram os pesquisadores.

Como é que algo que gera tanta energia quanto 500 milhões de sóis não têm nenhum pós-brilho?
Misteriosas ondas de rádio intrigam astrofísicos

Não para por aí
A segunda razão pela qual FRB 150215 é estranha é que não deveria ter sido detectável a partir da Terra, dada a direção densa no espaço da qual estava vindo.

Petroff mediu a polarização de FRB 150215, e um aspecto dessa medição – uma quantidade chamada de “medida rotacional” – mostrou à equipe por onde o sinal passou.

Em uma área tão densa do espaço, os cientistas estavam esperando muita interferência magnética e, portanto, uma alta medida rotacional, mas o oposto ocorreu.

Os pesquisadores tiveram muita sorte, porque a rajada passou por algum tipo de “buraco” na Via Láctea que também tinha uma medida rotacional de zero.

Sondas alienígenas podem estar tirando energia de rajadas rápidas de rádio?

Em busca de mais pistas
A chave para desvendar o mistério das FRBs parece ser o tamanho da amostra. Por enquanto, só vimos 22 delas, e os cientistas vão precisar de muito mais para descobrir de onde elas vêm.

É preciso notar também que o trabalho recente ainda não foi revisto por pares, de modo que as interpretações dos dados podem mudar à medida que mais pesquisadores os analisem. Ou ficar ainda mais estranhas. [ScienceAlert]

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por Natasha Romanzoti
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Maior estudo científico sobre vida após a morte revela fatos extraordinários!


O que até então era apenas questão de fé agora parece que está entrando no campo científico.
Um grupo de cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, investiu numa intensa pesquisa, durante quatro anos, com 2.000 vítimas de parada cardíaca, em 15 hospitais no Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. A grande questão do estudo gira em torno da vida pós-morte.

Será que ela realmente existe?
Para a maioria, não há dúvida. No entanto, a ciência só agora resolveu estudar o caso. Neste post, estaremos compartilhando os resultados da maior experiência médica sobre a relação “vida-morte”.
Descobriu-se que 40% das pessoas que foram consideradas clinicamente mortas haviam desenvolvido algum tipo de consciência, antes mesmo do coração voltar a bater. Um paciente até relatou que seu espírito havia deixado o corpo, enquanto observava tudo o que acontecia na sala hospitalar. Não pense que para por aqui: há muitos testemunhos iguais, como o de uma assistente social de 57 anos.
Ela disse, com riqueza de detalhes, tudo o que viu e ouviu durante os três minutos em que esteve “morta”.
Para surpresa de todos, descreveu o comportamento da equipe de enfermagem e até o barulho das máquinas durante o processo. O dr. Sam Parnia, que liderou o estudo, nos lembra que é impossível o cérebro continuar funcionando se o coração não estiver batendo. É justamente essa a causa de todo o mistério: como essas pessoas continuaram conscientes depois que o coração parou?

De 2.060 pacientes com parada cardíaca que foram estudados, apenas 330 sobreviveram.

E, de 140 entrevistados, 39% relataram uma experiência de observação consciente, enquanto estavam dados como mortos. Nem todos conseguiram descrever detalhadamente tudo o que viram e ouviram, mas pelo menos um em cada cinco entrevistados disse que sentiu uma paz diferenciada. Por outro lado, quase um terço relatou que o tempo acelerou demais ou ficou mais brando. Fora isso, houve lembranças sobre uma luz brilhante, sensação de medo, como afogamento em águas profundas e até mesmo da alma saindo do corpo. Cada pessoa teve uma experiência única.

Para o dr. Parnia, as experiências perto de pós-morte são comuns, mas as drogas ou sedativos podem impedir que elas sejam lembradas quando as pessoas voltam à vida. O médico também relata que muitas pessoas que dizem ter vivido algo incomum atribuem a experiência a alucinações ou ilusões, mas elas são reais. Com isso, ele conclui que o assunto não pode ficar “engavetado”. O dr. David Wilde, psicólogo e pesquisador da Nottingtham Trent University está trabalhando duro, analisando os relatos dos paciente para encontrar um padrão entre os fatos. Dependendo dele, as pesquisas também continuam. Afinal, nunca se esteve tão próximo de comprovar que existe uma matéria espiritual em nosso ser. Mas ele reconhece que ainda há muito a ser descoberto: "Nós simplesmente não sabemos o que está acontecendo. Nós ainda estamos muito no escuro sobre o que acontece quando morremos. Espero que este estudo ajude a trazer uma luz científica sobre o fato”.

O estudo foi publicado na revista inglesa Resuscitation.

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terça-feira, 16 de maio de 2017

Membros de um corpo


“Como prisioneiro no Senhor, rogo-lhes que vivam de maneira digna da vocação que receberam. Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor. Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.” (Efésios 4.1-3)

A natureza da vida cristã é comunitária. Somos alcançados pela misericórdia e graça de Deus e isso nos faz parte de Seu Reino, em que temos um lugar e uma função. Juntamente com outros que igualmente foram alcançados e incluídos, formamos uma nova comunidade para servir, amar e honrar a Deus. O apóstolo diz que devemos viver de maneira digna dessa vocação que recebemos. Portanto, precisamos aprender a viver essa nova perspectiva de vida. Não ser mais apenas um “eu”, mas apender a ser um “nós”, por razões de fé.

Para isso são necessárias algumas virtudes que precisarão ser desenvolvidas em nossa vida. Afinal, pela fé em Cristo formamos um corpo. Esta é a metáfora que Paulo usa em outra de suas cartas. Temos diferentes funções, dons e vocações, mas somos um só corpo! (1Co 12.12). Devemos ser humildes e dóceis, pacientes e aprender a suportando uns aos outros com amor. Sem essas e outras virtudes, como as relacionadas na lista do fruto do Espírito (Gl 5.22), nos tornamos um problema em meio à comunidade e não uma benção. E fomos chamados para sermos bênçãos, uns para os outros e uns com os outros!

A vida exige esforços dos mais variados tipos e a jornada espiritual também exige que nos esforcemos. “Façam todo esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz”, escreveu o apóstolo. Para vivermos essa experiência de ser parte do corpo de Cristo na história, precisaremos nos esforçar, pois muitas forças nos impelirão em outra direção. Mas lembremo-nos do chamado que recebemos em Cristo e ocupemos nosso lugar em seu corpo. Você está no seu devido lugar no corpo do qual Cristo nos faz a todos pertencer? Isso é importante. Para você e para o corpo!

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segunda-feira, 15 de maio de 2017

Terapia transpessoal, o que é?


A Terapia Transpessoal é uma abordagem terapêutica que transcende a personalidade ordinária e busca no espirito (consciência), que independe de religião, respostas e caminhos para que possamos nos reintegrar a luz, o amor e o equilíbrio que são parte de nossa natureza intima.

É uma base terapêutica incrível nas mãos de qualquer profissional da área da saúde, além de enriquecer a vida de qualquer pessoa independente de sua formação e ocupação profissional.

Através desta visão, trabalhamos a cura do espírito que se manifesta como personalidade. Ela nos auxilia a vencer nossos auto limites e outros desequilíbrios , como nosso vazio, solidão ou violência, elementos que nos distanciam da leveza, equilíbrio, felicidade e saúde.

Através da visão da terapia transpessoal na educação, organizações, medicina e saúde, se propõe uma nova postura onde possamos caminhar mais próximos de nossos potenciais interiores e utilizá-los de forma interdependente.

Interdependência é o equilíbrio entre independência e dependência. Você reconhece seus próprios potenciais e capacidades e também os potenciais e a capacidade do outro, desta forma, podemos entender que a soma das forças é sempre superior as forças isoladas.

Esta postura interdependente permite cuidar com maior efetividade do mundo em nosso entorno e propor alternativas para a vida mais afinadas com nosso coração e com necessidades conscienciais que nem mesmo sabíamos que nos moviam ou faziam diferença para nós.

Para quem busca autoconhecimento a terapia transpessoal é sem dúvida uma base para profunda analise ou auto analise consciencial, pois nos conduz a conhecer e transcender os limites daquilo que conhecemos ordinariamente a respeito de nós mesmos e de nossa vida.

Na visão transpessoal, por exemplo, não existe doença, mas sim um ser doente, que muitas vezes falhou ou esta falhando, temporariamente, na realização de sua integração com sua própria consciência profunda.

Na Terapia Transpessoal são utilizadas muitas ferramentas de analise e equilibradoras, indo de conceitos hoje explorados pela física quântica até os da medicina oriental.

Hipnose, Terapia de Vidas Passadas, Terapias Vibracionais, Florais em geral, Terapias Espirituais são exemplos de técnicas utilizadas nas terapias transpessoais.

Para quem deseja se tratar como ser integral ou se autoconhecer é sem dúvida uma oportunidade única.

Cadu Borbolla – Terapeuta
por Ana Maria Teodoro Massuci
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sábado, 13 de maio de 2017

Estudo encontra ligação entre fundamentalismo religioso e dano cerebral


Um novo estudo da Universidade Northwestern, nos EUA, descobriu que o dano em uma certa região do cérebro está ligado a um aumento no fundamentalismo religioso.

Em particular, lesões no córtex pré-frontal dorsolateral reduziram a flexibilidade cognitiva dos indivíduos, ou seja, a capacidade de desafiar as crenças com base em novas evidências.

Os pesquisadores deixaram claro que não estão afirmando que pessoas religiosas em geral são mentalmente inflexíveis, ou que crenças religiosas são causadas por danos cerebrais.
Segundo eles, existem muitos processos cognitivos envolvidos na formação de crenças. No entanto, em algumas pessoas, o sistema de “revisão” dessas crenças pode ser suprimido devido a danos cerebrais.

Fundamentalismo religioso poderá ser considerado doença mental

O método
Os pesquisadores, liderados por Jordan Grafman, utilizaram dados coletados sobre veteranos americanos da Guerra do Vietnã. Eles compararam os níveis de fundamentalismo religioso entre 119 veteranos que tiveram lesões cerebrais, e 30 veteranos que não tiveram lesões.

“A variação na natureza das crenças religiosas é governada por áreas cerebrais específicas nas partes anteriores do cérebro humano, e essas áreas estão entre as mais recentemente evoluídas”, disse Grafman.

Danos nessas regiões, em particular no córtex pré-frontal dorsolateral, podem determinar a abertura mental de uma pessoa. Tal abertura é necessária para apreciar a “diversidade do pensamento religioso”.

Em outros estudos, os cientistas já tinham descoberto uma função cognitiva do córtex pré-frontal em experiências espirituais.


Fundamentalismo

Os pesquisadores definem o fundamentalismo como uma abordagem cognitiva que “encarna a adesão a um conjunto de firmes crenças religiosas defendendo verdades inatacáveis sobre a existência humana”.

Em seu artigo, eles escrevem que o apelo do fundamentalismo – ou seja, o motivo pelo qual algumas pessoas se envolvem com essa maneira tão rígida de pensar – está na promoção de um senso de “coerência e previsibilidade” dentro de um grupo religioso.

Carl Sagan – Contra a força das superstições e fundamentalismo
As pessoas em grupos fundamentalistas tendem a valorizar o forte compromisso com sua comunidade e a rejeição de outras crenças, muitas vezes combinadas com a negação da ciência e a violência.


Limitações

Os próprios cientistas reconhecem as limitações de seu estudo e pedem que mais pesquisas sejam feitas sobre o assunto. Grafman observa, por exemplo, que a amostra de indivíduos – formada apenas por homens adultos veteranos de guerra – certamente não é representativa de todos os grupos demográficos e culturais.

No entanto, o estudo contribui para um crescente corpo de conhecimento sobre como as experiências religiosas são formadas no cérebro.
“Precisamos entender como as crenças religiosas são distintas das crenças morais, legais, políticas e econômicas em suas representações no cérebro, a natureza da conversão de um sistema de crenças para outro, a diferença entre crença e agência e a natureza da profundidade de conhecimento que os indivíduos usam para acessar e relatar suas crenças”, acrescentou.

O estudo foi publicado na revista Neuropsychologia. [BigThink]

por Natasha Romanzoti
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“Na volta de Jesus muitos cristãos não o reconhecerão”, diz teólogo


“Quando o Messias judeu veio ao mundo, a grande maioria dos judeus que deveriam segui-lo não o reconheceu. E quando Ele voltar, os cristãos que dizem segui-lo cometerão o mesmo erro?”, esse é o questionamento de Joseph Farah, teólogo especialista em escatologia.

O site fundado por ele, World News Daily, é um dos canais de informação com enfoque cristão mais acessados do mundo, com média de 8 milhões de visitantes mensais. Além disso, ele comanda uma editora que produz uma revista, livros e DVDs focados no estudo do Final dos Tempos e no Apocalipse.

Durante uma entrevista para Paul McGuire na rede cristã GodTV, o estudioso fez uma série de considerações de como a volta de Jesus será muito diferente do que a maioria das igrejas prega.

“Quem é Jesus e como ele vai voltar?”, perguntou Farah. “A maioria dos judeus não o reconheceu como seu Messias por que tinham uma expectativa diferente sobre a vinda do seu Messias. Eles estavam muito focados no ensinamento dos homens, ao invés de olhar para as Escrituras. Acredito que muitas pessoas que vão à Igreja também não irão entender as coisas quando ele voltar”.

Falando sobre seu novo livro, “A Restituição de Todas as Coisas”, o teólogo diz que decidiu escrever sobre um dos grandes mistérios das Escrituras: o Reino Milenar. O autor acredita que os crentes precisam ser melhor ensinados sobre como tudo isso está ligado a Israel, para que não sejam enganados.

“Esse judeu vai voltar, sobre o Monte das Oliveiras, como foi profetizado. Ele estabelecerá seu reino em Israel. O mundo inteiro terá como centro a Terra Prometida”, destaca. E vai mais longe: “Qual é a base de nossa fé em Jesus? São as profecias hebraicas que anunciavam como Ele viria, quando viria, onde viria e tudo mais. Mas acho que muitos cristãos sequer compreendem por que quando Jesus voltar ele reinará a partir de Israel”.

Para Farah, escatologia e profecia são questões muito importantes, pois têm destaque nas Escrituras. Segundo o especialista, todos os crentes deveriam reexaminar suas convicções de fé. “Mais de um bilhão de pessoas no mundo afirmam ser cristãos. Quantos desses são cristãos autênticos?”, questiona.

Teologia da Substituição
Sua compreensão é que a profecia não trata apenas do futuro. Trata-se também de estudar as Escrituras para compreender o que acontecia antes do cristianismo. O teólogo diz que, como nossas raízes são hebraicas, a Igreja jamais poderia ter aceito a “teologia de substituição”, segundo a qual Deus “trocou” Israel pela Igreja e tudo agora é espiritual, perdendo seu aspecto histórico e geográfico.

Seu pedido é que a Igreja volte a olhar para Israel pelas “lentes” da Palavra e parem de rejeitá-lo e ir contra ele. Afinal, os profetas foram bem específicos quanto ao que há de acontecer em Israel nos últimos dias e só existe um lugar na terra com esse nome.

Portanto, não deveríamos deixar questões políticas ou de “interpretação” se tornarem mais importantes do que aquilo que a Bíblia diz. Em seu entendimento, nenhum cristão deveria ser contra os judeus ou contra o Estado de Israel.

“Sinto o Espírito Santo me levando a reconectar cristãos com suas raízes hebraicas, porque fomos enxertados nas promessas concedidas à Casa de Israel através de nossa fé em Jesus”, lembrou.

“É algo tão simples e importante para os cristãos entenderem. Jesus não veio para começar uma nova religião. Ele pregou apenas à Casa de Israel durante seu ministério terreno. Os gentios reconheceram que podiam fazer parte disso e é uma bênção para nós até hoje”, assevera.

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