sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Morrer lentamente


Morre lentamente quem não sorri para uma nova manhã, quem esqueceu de olhar as estrelas na noite anterior e quem não se encanta com a grandiosidade da natureza à sua volta.

Morre lentamente quem não encontra graça em si mesmo, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão seu guru, ou sua única companhia.

Morre lentamente quem não toma iniciativa alguma quando está infeliz com seu trabalho, quem não arrisca nem um pouco que seja, para ir atrás de um sonho.

Morre lentamente quem passa os dias se queixando de sua má sorte ou da chuva incessante ou do sol intenso.

Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, quem não pergunta sobre um assunto que desconhece, ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Morre lentamente quem não mais agradece a Deus pelos filhos que lhe deu, ou pelos pais que o receberam neste mundo.

Morre lentamente quem não retribui o sorriso de um bebezinho, e quem não acha fascinante a forma pela qual chegamos todos a este mundo.

Morre lentamente quem não abraça, quem não beija, quem não expressa carinho de alguma forma – mesmo que através de um olhar.

Morre lentamente quem é adepto de expressões como este mundo não tem jeito mesmo, ou a coisa está cada dia pior.

Morre lentamente quem se desespera com a perda de um amor, e não consegue perceber que há muitos que podem ser amados por nós, e muitos que podem nos amar profundamente.

Morre, sem perceber, dia após dia, quem não se dedica à felicidade de alguém, quem não se doa, quem não divide o que tem - material e espiritualmente – com outras pessoas.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.

Estar vivo pressupõe agir, e não apenas reagir. Toda reação é perigosa, pois comumente não passa pelo processamento seguro da razão.

Estar vivo implica em fazer avaliações constantes, não avaliações dos outros, mas de nós mesmos e de nosso viver.

Quem não se avalia perde grandes chances de se aprimorar, de poder mudar de rumo quando percebe que a direção poderia ser outra.

Estar vivo significa: entusiasmo - carregar Deus em nossa alma, levar a certeza de Sua presença em nossas vidas e a vontade de conquistar os altos páramos da felicidade.

Vivo para que o sol tenha sentido, e é minha luminescência que ele espelha e devolve ao orbe, agradecido.

Vivo para que a chuva lave o ar, e leve volte ao éter com meu perfume elegante, de árvore vigorosa de seiva sã.

Vivo para que o amor tenha vazão, e não deseje razão – pois de condição o amar não precisa.

Vivo para florescer outros jardins, e sem perceber o meu se abarrota de lírios, ciclames, girassóis...

Vivo cada dia como se fosse cada dia. Nem o último nem o primeiro - o único.

Redação do Momento Espírita, com base no
texto Quem morre, de Martha Medeiros.
Em 27.10.2017.
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Riqueza de sentimentos


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Coisas iguais


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Evangelho do dia



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Assim é a vida...Se não deu certo, recomece!


”E se não deu certo, recomece. Se te enganou, esquece. Se te fez sorrir, agarre. Se te fez chorar, desamarre. Se não te ligou, não ligue. Se mentiu, duvide. Se te chamou, faça parte. Se te esqueceu, descarte. Se te deixou pra trás, siga em frente e se deu medo, enfrente.”

Não sei de quem é a autoria, porém bastante verdadeiro.
Talvez a vida seja bem simples e nós conseguimos complicar.
Se algo não deu certo, recomece, faça de novo ou ao menos faça diferente, ou mesmo tente pensar que não deu certo porque talvez venha coisa melhor pela frente ou simplesmente porque não deu… Não tinha que dar.

Se alguém te enganou, esqueça, vai fazer de novo, não merece sua confiança e muito menos seu tempo desperdiçado com alguém que não tem a mínima pretensão de estabelecer uma relação verdadeira!

Se te fez sorrir, fique! Se agarre! Momentos felizes nem sempre estão à nossa mão e muito menos à nossa disposição! Então aproveite recarregue as baterias com quem te faz sorrir! Ah! Faça alguém sorrir também! Te garanto que vale a pena!
Se não te ligou! Ligue… Essa máxima vou contradizer um pouco, porque às vezes aquela pessoa que não te ligou passa por um momento difícil e um simples telefonema seu pode lhe fazer um bem danado (ou mesmo arrancar aquele sorriso sobre o qual falamos acima).
Mas se você ligar e te desprezar, esquece! Bola pra frente, te garanto que tem muita gente por aí esperando um telefonema seu!

Se mentiu, duvide sempre! Há sempre mais mentira atrás da outra, não vale a pena pagar pra ver!
Se te chamou, vá! Aproveite! Faça parte de todos os momentos, provavelmente existe um motivo verdadeiro para a pessoa te querer por perto! E como é bom ser querido, não?
Se te esqueceu, esqueça também! Pode ser doloroso cair no esquecimento de alguém, principalmente aquele alguém que nos é tão precioso e amado, mas amor, ah! Amor precisa de retorno, de calor, de carinho, de amizade e parceria, provavelmente quem te esqueceu já não quer mais ser lembrado por você! Vale a pena?

Se te deixou pra trás, caminhe, ande, corra, mas siga em frente! Lindo mesmo são aquelas pessoas que te dão a mão e que seguem ao seu lado!

E se deu medo, vai com medo mesmo! Enfrente! Amizade, felicidade, amor, lealdade, parceria, companheirismo, foram feitos pra quem tem coragem!
Não coloque a tua vida nas mãos de ninguém! A sua felicidade depende de você!
Namastê!

por Vladia Soares
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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

394. Gravíssimos inconvenientes teria o nos lembrarmos das nossas individualidades anteriores. Em certos casos, humilhar-nos-ia sobremaneira. Em outros nos exaltaria o orgulho, entravando, em consequência, o nosso livre-arbítrio. Para nos melhorarmos, dá-nos Deus exatamente o que nos é necessário e basta: a voz da consciência e os pendores instintivos. Priva-nos do que nos prejudicaria. Acrescentemos que, se nos recordássemos dos nossos atos pessoais anteriores, igualmente nos recordaríamos dos atos outros homens, do que resultariam talvez os mais desastrosos efeitos para as relações sociais. Nem sempre podendo honrar-nos do nosso passado, melhor é que sobre ele um véu seja lançado.

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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Deus não muda princípios,ele muda nossas configurações!



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Coisas do coração


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Causa e efeito


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Evangelho do dia



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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Novas Utopias – Reflexões de um padre depois da morte

“A minha "morte" foi tranquila. O corpo já não cabia no meu espírito inquieto. Era uma limitação sem fim. Eu já estava muito agoniado. Pensava as coisas, mas não conseguia agir. É muito duro pensar, querer fazer e encontrar limitações físicas, é muito frustrante. Percebi cedo que estava indo embora. As minhas visões do mundo começavam a ser outras bem diferentes. Os vultos passaram a ser mais constantes diante dos meus olhos e cada vez mais ganhava nitidez. Via minha mãe querida constantemente, meu pai de vez em quando, e a companhia de meus amigos que já haviam partido antes de mim.”

Espírito Dom Helder Camara, na obra “Novas Utopias – Reflexões de um padre depois da morte”, psicografia de Carlos Pereira.
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Podando Irritações - mensagem de Emmanuel



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Lombadas da vida


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Gratidão


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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

As grandes tribulações planetárias


“Hoje quem causa os cataclismos somos nós e não a natureza, estamos vivendo a maior crise ambiental da história da humanidade.” - André Trigueiro

Com a partida de Jesus da Terra, acelera-se a decadência do Império Romano, começando longo período de guerras, de perseguições e morte dos discípulos, porque muitos algozes acreditavam prestar inestimável serviço ao Império apontando supostos hereges e matando os portadores da Boa Nova.

Estes instantes dolorosos assinalariam a renovação planetária. As calamidades que adviriam, provocadas pela maldade dos homens, são tantas, que se não houver a intervenção da Providência Divina, nada mais será respeitado na Terra. Porém a Providência é vigilante e no momento oportuno colocará um fim à loucura dos homens. Antes de chegar esse momento de transição, a violência, a sensualidade, os escândalos e a corrupção atingirão níveis jamais pensados, enquanto as enfermidades degenerativas, os vícios, os desvarios sexuais clamarão por paz, pelo retorno da moral.
Os flagelos como inundações, epidemias, secas levam à dor e ao sofrimento grande parte das populações, porque o egoísmo, traduzido no privilégio das minorias, impede que recursos avançados da ciência sejam aplicados de forma a eliminar ou diminuir seus danosos e dolorosos efeitos. Entretanto, à medida que a ciência vai progredindo, o homem os vai dominando, isto é, pela pesquisa das causas, pode prevenir-se. No entanto, há flagelos como temperaturas altíssimas ou muito baixas que o homem ainda não pode controlar, mas, por sua negligência, poderá agravá-los.

Observamos que as guerras fraticidas sucedem-se em todos os tempos, semeando a orfandade e a viuvez, a dor e a desolação, tudo atentado contra o preceito cristão devido ao egoísmo, à posse, à vaidade, à ganância dos homens, ocasionando pestes, fome, terremotos em diversos lugares, porém, para que a humanidade progrida, não são necessárias as guerras, pois a evolução se processa sem provocar abalos e sem produzir ruínas. Entretanto, como os homens não querem obedecer à Lei de Progresso, acabam se apegando demais às instituições e às ideias do passado, produzindo atritos, degenerando-se em conflitos de onde advém o caráter penoso das transições.

Vemos nações armando-se de todos os meios possíveis e inimagináveis, gerando engenhos mortíferos e terríveis e dificilmente pode-se prever as consequências de uma guerra nuclear que abalará o mundo, conforme prognosticado no Apocalipse, capítulo oito, versículos sete a doze, segundo o apóstolo João, ocasionando a destruição de apreciável parcela da humanidade.
Às vezes, é necessário que o mal chegue ao excesso para se tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas. A civilização organizada para a guerra e vivendo para a guerra há de cair inevitavelmente, mas o futuro nascerá dos seus escombros para um novo ciclo da humanidade, sem os extremismos antirracionais.

O Livro dos Espíritos nas questões 735 e 743 afirma claramente que “Entre os flagelos produzidos exclusivamente pelo homem sobreleva a guerra e esta desaparecerá da face da Terra quando a humanidade compreender a justiça e praticar a Lei de Deus, podendo entender que, quando a destruição excede os limites da necessidade, se torna uma violação da Lei Divina”.
Gandhi também nos lembra que “A Terra pode oferecer o suficiente para satisfazer as necessidades de todos os homens, mas não a ganância de todos os homens”. E Dalai Lama judiciosamente elucida que “A destruição da natureza resulta da ignorância, da cobiça e ausência de respeito para com os seres vivos do planeta. Muitos habitantes da Terra: animais, plantas, insetos e até mesmo micro-organismos que já são raros ou estão em perigo podem tornar-se desconhecidos das futuras gerações. Temos a capacidade, a responsabilidade e precisamos agir antes que seja tarde”.

O Mestre afirmou que ocorreria a multiplicação da iniquidade a tal ponto que enfraqueceria a fé de muitos. Na realidade, a violência e a iniquidade reinaram e reinam em todas as épocas da humanidade. Para o Espiritismo tudo isto está relacionado com as vidas sucessivas, explicado na Lei da Reencarnação. Segundo Mateus, é apenas o começo (Mateus,13:40-43.)
Vemos fenômenos sísmicos aterradores sacudirem o orbe com frequência, despertando a solidariedade de outras nações. Enquanto armas ditas inteligentes ceifam milhares de vidas a serviço da guerra, em revoluções intermináveis, outras tantas buscam a paz, ajudando as vítimas dos desvarios humanos. São esses paradoxos da vida em sociedade que a grande transição tem lugar no planeta, para que haja a transformação.

Percebemos que as tragédias naturais como tsunamis e terremotos têm como objetivo acelerar a evolução da humanidade; constatamos que é preciso que tudo seja destruído a fim de que possa renovar-se, ou seja, não é Lei de Destruição, mas sim de transformação.
Quando a humanidade estiver madura para subir um degrau, pode-se dizer que são chegados os tempos marcados por Deus, como pode-se dizer também que eles chegam para a maturação dos frutos e sua colheita.

Vivemos atualmente uma época de transformação denominada Período de Transição, que nos apresenta aceleradas transformações na estrutura geológica e atmosférica do planeta, assim como convulsões sociais e morais, e acelerado desenvolvimento tecnológico e científico.
As tempestades passarão e o céu reaparecerá em sua limpidez. A obra divina se expandirá em um novo surto. A fé renascerá nas almas e novamente se irradiará, mais fulgurante sobre o mundo regenerado, o pensamento de Jesus.

Não nos restam dúvidas de que são condições portadoras de inquietude. Todavia, a Terra não deverá transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.

O Evangelho do Mestre ainda encontrará, por algum tempo, a resistência das trevas. A má-fé, a ignorância, o império da força conspirarão contra o Evangelho, mas o tempo virá em que sua ascendência será reconhecida. Nos dias de flagelo e de provações coletivas, é para a sua luz eterna que a humanidade se voltará tomada de esperança. Então, novamente, se ouvirão as palavras benditas do Sermão da Montanha e, através das planícies, dos montes, dos vales, o homem conhecerá o caminho, a verdade e a vida.

Mahatma Gandhi afirmou: “O Sermão da Montanha é o resumo do Cristianismo”, destacando: “sejamos nós a mudança que queremos ver no mundo”.

Bibliografia:
KARDEC, Allan – A Gênese – 28ª edição – Rio de Janeiro – RJ – Editora FEB – 1985 – capítulos: 17, itens 10, 15 e 47; capítulo 18, itens 1, 8, 9, 10, 20, 27 e 28.
Temy Mary Faccio Simionato
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Meimei

Assim era chamada carinhosamente pelo marido Arnaldo Rocha. Irma Castro Rocha (1922-1946) foi uma amiga espiritual que comunicava com o médium Chico Xavier, enviando lindas mensagens através da psicofonia (fala) e da psicografia (escrita)



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É preciso tratar com carinho


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Ceder ao obstáculo


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Evangelho do dia



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domingo, 22 de outubro de 2017

O dia de hoje - Linda mensagem de reflexão



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O Sublime Peregrino

“Malgrado a advertência prudente do Alto, o menino Jesus expunha demasiadamente o seu corpo aos perigos do meio agressivo do mundo, enquanto se deixava ficar absorto, em sua meditação espiritual, horas dentro da noite.

Por diversas vezes, Maria o encontrou curvado sobre a serpente enrodilhada na moita de capim, ou então afagando o filhote da fera, a qual, em vez de ameaçadora, mostrava-se eufórica sob tal carinho. A serpente, cuja crendice diz que não morde a mulher gestante nem agride a mãe de bons propósitos, ou mesmo a leoa ciumenta dos filhos não se mostravam agressivas ante a presença daquele garoto transbordante de ternura por todos os seres!”

Espírito Ramatís na obra “O Sublime Peregrino”, psicografia de Hercílio Maes.
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Evangelho do dia



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Já vivemos muitas vezes


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Bem


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sábado, 21 de outubro de 2017

Vinha de Luz

“Todas as realizações humanas possuem marca própria. Casas, livros, artigos, medicamentos, tudo exibe um sinal de identificação aos olhos atentos. Se medida semelhante é aproveitada na lei de uso dos objetos transitórios, não se poderia subtrair o mesmo princípio, na catalogação de tudo o que se refira à vida eterna. Jesus possui, igualmente, os sinais d’Ele.

Jesus forneceu padrões educativos em todas as particularidades da sua passagem pelo mundo. O Evangelho no-lo apresenta nos mais diversos quadros, junto ao trabalho, à simplicidade, ao pecado, à pobreza, à alegria, à dor, a glorificação e ao martírio. Sua atitude, em cada posição da vida, assinalou um traço novo de conduta para os aprendizes. Todos os dias, portanto, o discípulo pode encontrar recursos de salientar suas ações mais comuns com os registros de Jesus.”

Espírito Emmanuel, em “Vinha de Luz”, psicografia de Chico Xavier
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A graça de Deus


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Despedidas


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Momentos são passageiros


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Evangelho do dia



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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Tudo passa



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Três pedidos atendidos


Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.

Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos mas que vem para abençoar nossas vidas.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base em fato, relatado por Oswaldo Feltrin. Em 20.10.2017.
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Mensagens de Bom dia


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Caminhos da felicidade


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Evangelho do dia



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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Caminhos da vida


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Mensagens de Bom dia


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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Um amor especial


Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.

Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.

Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.

No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.

Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.

Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.

Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.

Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.

Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.

O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.

Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.

Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...

A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.

A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?

Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.

Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.

Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.

Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.

Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.

Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.

Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.

As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.

A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.

Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.

Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.

Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.

Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.

O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.

E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Linda, de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 17.10.2017.
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Mulher interessante


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O viajor e as florestas

Imaginemos uma estrada longa, em cuja extensão se encontram enormes florestas que é preciso atravessar. À entrada de cada uma, a estrada, larga e magnífica, se interrompe, para só continuar na saída.

O viajor, que segue por essa estrada, penetra na primeira floresta. Porém, não encontra caminho aberto, somente um emaranhado complexo em que se perde.

A claridade do sol desaparece sob a espessa ramagem das árvores. Ele vagueia, sem saber para onde se dirige.

Afinal, consegue chegar ao fim da floresta. Está cansado, dilacerado pelos espinhos, machucado pelas pedras.

Ali está novamente a estrada e ele prossegue a sua jornada, procurando curar-se das feridas.

Mais adiante, uma segunda floresta se apresenta, na qual o esperam as mesmas dificuldades. Mas, como ele já possui um pouco de experiência, sai dela menos ferido.

Noutra, encontra com um lenhador que lhe indica a direção que deve seguir para não se transviar.

A cada nova travessia, aumenta a sua habilidade, de maneira que transpõe cada vez mais facilmente os obstáculos.

A estrada finaliza no alto de uma montanha, donde ele enxerga todo o caminho que percorreu desde o ponto de partida.

Vê as diferentes florestas que atravessou e se lembra dos contratempos que passou. Mas, essa lembrança não lhe é penosa, porque chegou ao termo da caminhada.

É como um velho soldado que, na calma do lar doméstico, recorda as batalhas a que assistiu.

Aquelas florestas lhe parecem pontos negros sobre uma fita branca e diz para si mesmo: Quando eu estava naquelas florestas, nas primeiras, sobretudo, como me pareciam longas de atravessar!

Tudo ao meu derredor me parecia gigantesco e intransponível e que nunca eu chegaria ao fim.

Penso que, sem aquele bondoso lenhador que me pôs no bom caminho, talvez eu ainda estivesse por lá!

Agora, que contemplo essas mesmas florestas do ponto onde me acho, me parecem pequenas!

Tenho a impressão de que eu teria podido atravessá-las, com um passo. A minha vista as penetra e lhes distingo os menores detalhes. Percebo até os passos em falso que dei.

Encontrando um sábio, lhe pergunta:

Por que não há uma estrada direta do ponto de partida até aqui? Isso pouparia aos viajantes o terem de atravessar aquelas terríveis florestas.

Meu filho, responde o ancião, olha bem e verás que muitos evitam a travessia de algumas delas: são os que, tendo adquirido mais rapidamente a experiência necessária, sabem tomar um caminho mais direto e mais curto para chegarem aqui.

Essa experiência, porém, é fruto do trabalho que as primeiras travessias lhes impuseram, de modo que eles aqui chegam em virtude do mérito próprio.

No entanto, o que saberias, se não houvesses passado por elas?

A atividade que tiveste de desenvolver, os recursos de imaginação que precisaste empregar para abrir caminho aumentaram os teus conhecimentos e desenvolveram a tua inteligência.

Somos o viajor. A estrada é a imagem da nossa vida. O lenhador é Jesus. As florestas são as existências corpóreas que nos levam ao alto da montanha da perfeição.

Estamos a caminho. Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.
O caminho da vida, do livro Obras Póstumas,
de Allan Kardec, ed. FEB.
Em 16.10.2017.
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

N. de A. K.: O texto colocado entre aspas, em seguida às perguntas, é a resposta que os Espíritos deram.

394. Nos mundos mais elevados do que a Terra, onde os que os habitam não se vêem premidos pelas necessidades físicas, pelas enfermidades que nos afligem, os homens compreendem que são mais felizes do que nós? Relativa é, em geral, a felicidade. Sentimo-la, mediante comparação com um estado menos ditoso. Visto que, em suma, alguns desses mundos, se bem melhores do que o nosso, ainda não atingiram o estado de perfeição, seus habitantes devem ter motivos de desgostos, embora de gênero diverso dos nossos. Entre nós, o rico, conquanto não sofra as angústias das necessidades materiais, como o pobre, nem por isso se acha isento de tribulações, que lhe tornam amarga a vida. Pergunto então se na situação em que se encontram, os habitantes desses mundos não se consideram tão infelizes quanto nós e não lastimam a própria sorte, já que não se lembram de existências inferiores que lhes sirvam de comparação?

“Cabem aqui duas respostas distintas. Há mundos, entre os de que falas, cujos habitantes guardam lembrança clara e exata de suas existências passadas. Esses, deves compreender, podem e sabem apreciar a felicidade de que Deus lhes permite fruir. Outros há, porém, cujos habitantes, achando-se, como dizes, em melhores condições do que vós na Terra, não deixam de experimentar grandes desgostos, até desgraças. Esses não apreciam a felicidade de que gozam, pela razão mesma de se não recordarem de um estado mais infeliz. Entretanto, se não a apreciam como homens, apreciam-na como Espíritos.”

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec
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Caminho iluminado


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Mensagens de Bom dia


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Evangelho do dia



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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Caminho iluminado


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Seja luz


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Fortuna e caridade


A maioria das pessoas possui o desejo de ter sucesso profissional e luta para conseguir ser bem sucedido. Um desejo natural de ter uma boa profissão, trabalhar com dedicação, sustentar sua família, ser útil e reconhecido como competente naquilo que faz.

Às vezes adicionamos um pouco mais a isto, além de apenas ter um trabalho e estabilidade financeira, desejamos também um pouco do que podemos chamar de fortuna, um nível de renda que está além da média das outras pessoas e desejamos isto como a intenção de praticar ações de caridade. Dizemos então que iremos poder viajar pelo Brasil ou pelo mundo executando ações de ajuda aos necessitados, ou que iremos instituir uma obra assistencial ou construir casas, distribuir alimentos etc.

Em relação a esta ambição muito comum, foi perguntado aos espíritos na questão de número 902 de O Livro dos Espíritos:

“902. Será reprovável que cobicemos a riqueza, quando nos anime o desejo de fazer o bem? Resposta: Tal sentimento é, não há dúvida, louvável, quando puro. Mas, será sempre bastante desinteressado esse desejo? Não ocultará nenhum intuito de ordem pessoal? Não será de fazer o bem a si mesmo, em primeiro lugar, que cogita aquele, em quem tal desejo se manifesta?”

Os espíritos respondem com outra pergunta, questionando se aquele que possui este desejo não está na verdade querendo se beneficiar em primeiro lugar e utilizando a caridade como um pretexto, cobiçando na verdade a riqueza. Apesar de ser digno de elogio qualquer projeto ou intenção de ajuda aos necessitados, existe realmente uma certa contradição que chama a atenção e por isso levanta esta desconfiança na atitude daqueles que cobiçam a riqueza como instrumento de pratica da caridade. Ser rico com a única intenção de praticar atos de caridade significaria na verdade abrir mão de todos os privilégios e continuar a viver como uma pessoa normal.

Mas não é assim que geralmente imaginamos nossa futura vida de abastança e caridade. Quando imaginamos ou aspiramos por exemplo nos tornarmos empresários muito bem sucedidos e promover obras de caridade, não pensamos em abrir mão de todos os privilégios e do estilo de vida de típico das pessoas desta classe social. Guardadas as devidas proporções, pensamos um pouco como o camponês que queira assumir o comando de um reino da idade média declarando como única intenção governar bem e ajudar o povo, mas sem abrir mão das roupas finas, dos serviçais, da comida muito farta e da vida de pouco trabalho e muitos prazeres típica de um rei. Ou como o líder guerrilheiro revolucionário que só queria se sacrificar pelo povo oprimido, mas que agora deseja passar o resto de sua vida num palácio com todos os confortos que o povo nunca vai poder ter.

Muitos dos que sonham com a obtenção de uma fortuna para poderem praticar obras de caridade, na verdade nem tiveram acesso a ela e já se imaginam cedendo a algumas das tentações da riqueza. Conforme explicam os espíritos na resposta da pergunta de número 816 do mesmo livro:

“816. Estando o rico sujeito a maiores tentações, também não dispõe, por outro lado, de mais meios de fazer o bem? Resposta: Mas, é justamente o que nem sempre faz. Torna-se egoísta, orgulhoso e insaciável. Com a riqueza, suas necessidades aumentam e ele nunca julga possuir o bastante para si unicamente.”

É justamente ai que mora o perigo. O acesso à riqueza muda a maioria das pessoas, elas aos poucos começam a se adaptar ao consumo de bens que não tinham acesso anteriormente e logo se veem prisioneiras deste estilo de vida. A maioria de nós, quando sonha com a obtenção de riqueza para praticar obras de caridade, não tem a coragem e a resolução firme de abrir mão de todo e qualquer privilégio. No fundo, já aceitamos a ideia de talvez no futuro acabarmos cedendo a algumas daquelas tentações como a ociosidade, os itens de luxo etc.

O que precisamos entender é que a suposta felicidade da riqueza, dos supérfluos e da ideia do trabalho como uma fonte de diversão e prazer é enganosa, aqueles que são expostos a estas tentações estão na verdade enfrentando uma prova. Enxergamos apenas as alegrias dos privilégios de uma vida supostamente abençoada e acabamos por imaginar uma estranha combinação, uma vida de pratica da caridade e amor ao próximo, junto com privilégios e regalias, que seriam mais típicos de uma mente egoísta.
Perguntados sobre a riqueza e a pobreza os espíritos deixam claro que ambas são formas de provar o nosso caráter:

“Pergunta 814: Por que Deus a uns concedeu as riquezas e o poder, e a outros, a miséria? Resposta: Para experimentá-los de modos diferentes. Além disso, como sabeis, essas provas foram escolhidas pelos próprios Espíritos, que nelas, entretanto, sucumbem com freqüência.”

“Pergunta 815: Qual das duas provas é mais terrível para o homem, a da desgraça ou a da riqueza? Resposta: São-no tanto uma quanto outra. A miséria provoca as queixas contra a Providência, a riqueza incita a todos os excessos.”

Tendo a consciência de que uma vida dedicada à caridade e ações em benefícios dos necessitados não é uma vida de privilégios materiais e sim uma vida de sacrifício com algum nível de privação, podemos perceber que a ideia de uma vida com certa abastança concomitante com a prática sincera e desinteressada da caridade é uma ilusão. Na verdade é mesmo uma contradição desejar mais para si mesmo para poder praticar o desapego. Os espíritos deixam claro que a fortuna material é sempre uma prova que tem como finalidade testar nossa moderação e nossa humildade. Esta característica da riqueza como prova e não como privilégio também está bastante explicita nesta passagem de O Evangelho Segundo o Espiritismo “Como o vento varre a poeira, que o sopro dos Espíritos elimine vossa inveja contra os ricos do mundo que, freqüentemente, são os mais miseráveis, pois suas provas são mais perigosas que as vossas.” (Cap. 6,6) E ainda mais adiante no capítulo 13 a sinceridade das boas intenções da maioria daqueles que desejam obter fortuna para prática da caridade também neste livro é questionada:

“Muitas pessoas lamentam não poder fazer todo o bem que desejariam por falta de recursos suficientes e desejam a riqueza, dizem elas, para fazer da fortuna um bom uso. Sem dúvida a intenção é louvável e talvez muito sincera em alguns, mas será que é totalmente desinteressada em todos? Não há aqueles que, desejando fazer o bem aos outros, ficariam felizes se começassem primeiro a fazer o bem para si mesmos? Se permitirem mais prazeres, se proporcionarem um pouco mais do luxo que lhes falta, com a condição de darem o resto aos pobres? Esta segunda intenção, oculta, disfarçada, que encontrariam no fundo de seus corações se o interrogassem, anula o mérito da intenção, visto que a verdadeira caridade faz o homem pensar primeiro nos outros, para depois pensar em si mesmo. O sublime da caridade, neste caso, seria procurar em seu próprio trabalho, pelo emprego de suas forças, de sua inteligência e de seus talentos, os recursos que faltam para realizar suas intenções generosas.” (Cap. 13,6)

Assim, entendemos que obter uma fortuna com a qual se possa ajudar muita gente e ao mesmo tempo não se colocar como primeiro beneficiário desta fortuna, significa não mudar seu estilo de vida, a menos que se viva atualmente em uma situação de dificuldade pior do que a média das outras pessoas. Viver de acordo com este princípio, munido do verdadeiro desejo desinteressado de prática da caridade, significa ser apenas administrador da fortuna emprestada por Deus. É o mesmo que ser um funcionário público encarregado de distribuir ajuda aos necessitados, mas que não pode e nem deve se apropriar de nenhuma parte daquilo que lhe foi confiado. O servidor público honesto que sabe das suas responsabilidades não pode aceitar nem mesmo favores ou qualquer privilégio, mesmo que seja apenas uma “reforminha” num apartamento.

Ainda em O Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos a explicação de que muitas vezes nos é negado acesso aos recursos que pedimos com uma boa intenção, como a de praticar a caridade, mas que isto frequentemente ocorre para o nosso próprio bem:

“Podemos pedir a Deus benefícios materiais, e Ele pode nos atender, quando tenham um objetivo útil e sério. Mas, como julgamos a utilidade das coisas do nosso ponto de vista, e sendo a nossa visão limitada ao presente, nem sempre vemos o lado mau do que desejamos. Deus, que vê melhor do que nós e apenas quer o nosso bem, pode nos recusar o que pedimos, como um pai recusa ao filho o que poderia prejudicá-lo.” (Cap. 28,26)

Então, se pedirmos algo com a intenção de praticar ações de caridade, seja fortuna ou seja um emprego público ou qualquer outra responsabilidade, e por acaso Deus não nos atender, existe uma grande probabilidade de que seja para nos proteger das tentações em que cairíamos, pode ser também que ainda não seja o momento adequado porque ainda não estejamos devidamente preparados, ou pode ser que exista algo maior ainda do que aquilo que pedimos e que esteja reservado para o nosso futuro. De qualquer forma, precisamos acreditar na providencia e na sabedoria dos nossos espíritos protetores, sempre estudando e nos preparando, também treinando nossa humildade e nosso desapego, para o dia em que seremos chamados a assumir uma grande responsabilidade com competência para executar o serviço e imunes a quaisquer tentações.

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